É um recurso auxiliar do psicólogo, reconhecido pelo Conselho Federal de Psicologia (Resolução CFP 013/2000).
É um estado de atenção muito focada, parecido com o de quem fica absorto num livro ou num trajeto conhecido. Nele, tempo, espaço e corpo podem ser vividos de outro modo.
Essa experiência é natural e já faz parte do cotidiano. É um recurso, e não o atendimento inteiro.